sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Let it be

Se permita descansar.
Se permita fraquejar.
Se permita não saber, ou saber, ou dessaber.
Se permita inventar, reinventar ou copiar.
Se permita dar significado, ser significado, ser signo.
Se permita dar vazio, ser vazio, ser nada
Se permita ser, estar, voar, aterrissar.
Se permita sonhar sem ter que realizar.
Se permita um copo de vodka, um chá.
Se permita engordar,
Se permita chorar, rir, exagerar,
Se permita não lembrar.
Se permita não dar certo, ou dar, o tanto faz.
Se perita não terminar, não acabar, ou continuar.
Se permita o “se’ o “quem sabe” o “eu não sei”

Se permita a (...)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

O que vou contar



Eu não participei das passeatas que aconteceram nos últimos dias.
Poderia até falar que não o fiz porque estava em casa com meu pequeno, mas sinceramente não sei dizer se do contrario estaria lá. Não porque eu discorde, muito pelo contrario, mas como a maioria, já tive vontade e inúmeras oportunidades e não o fiz. Quase já tinha esquecido, mas sempre esperei , sentada, pela minha oportunidade de me "pintar a minha cara".
Mas de uma coisa eu tenho certeza, do que eu vou contar dessa semana pra ele, mesmo que anos depois caia no esquecimento nacional, eu vou contar.
Vou contar que essa tal de rede social conseguiu reunir milhões de amigos e pessoas que talvez você conheça simplesmente pra falar : “ara, não sou palhaço.”
Vou contar que o leite dele fervia e ele dormia, calmamente enquanto, na mesma proporção, próximo das 17 horas fervia também as ruas de São Paulo.
Vou contar que seus primos, “tios” e amigos gritavam as tais “palavras de ordem”
E a mídia, de uma forma geral transmitia tudo e repetiam incontáveis vezes o termo"manifestação pacifica”
Vou contar que todo mundo que s indignava no sofá da sala durante o noticiário das vinte horas decidiu estar do outro lado da tela, fazendo a noticia,fazendo historia.
Vou contar que hinos que há  muito tempo estavam restritos as partidas de futebol tomaram as ruas do pais.
Vou contar que o hino nacional que há muito parecia esquecido estava apenas adormecido na memória de cada um.
Dias de lutas, protestos, manifestações, cartazes e bandeiras cobriram nossa cidade.
Vou contar do dia em que não foi a eliminação do ultimo big brother que permeou as conversar no bar, cabeleireiros, ou elevador.
Vou contar do dia em precisamos da tela de um computador pra perceber que o “senso comum” é o bom senso. É organização, objetivo único, comunicação, vontade e indignação.
E vou contar acima de tudo que no silencio desse texto eu agradeci não só por ele, pelo futuro dele, mas sobretudo por mim.
Agradeci porque desde sempre eu procurei diferenciar meu pensamento do senso comum, da massa (filosofias de boteco) mas nesse dia eu percebi que não. A errada SOU EU.
 Jornalistas, Historiadores, donas de casa, estudantes e sociólogos, o que quer que sejamos somos muito parecidos. A busca não tem que ser pra se diferenciar, falar em terceira pessoa, jogar a culpa no outro, xingar o governo.
 A luta é outra. e minha parte, ninguém vai fazer por mim.
 Vou contar de como eu me arrepiei de ver isso acontecendo, em tempo real.
Vou contar de como eu desejei estar lá, não só naquele dia, muito antes.
Vou contar da vontade de ter historias de participações minhas em momentos assim pra contar pra ele

Depois desses dias, espero de verdade, agora sim falo por ele, pelo futuro do meu filho, que não voltemos a nos isolar e esqueçamos a força que temos unidos.
Que venha mais 0,20 centavos que nos faça acordar e ouvir aqueles que nunca deixaram calar sua voz.
Agradeço aqueles que foram, aqueles que não cansaram de falar e organizar esse momento.
Continuo não sendo a favor de inúmeras causas levantadas nas discussões que vieram a tona, nem a forma que alguns grupos optam por se manifestar.
Também não tenho a ilusão de que tudo são flores, que todos “acordaram” pra realidade que vivemos. Mas hoje vou dormir com a sensação que muitos pensamento
o que eu fazia em 17 de junho de 2013
s que pra mim eram utópicos podem não ser tanta utopia assim.
Joyce Araújo


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Quem raios é Peter Drucker? Droga, minha cabeça logo me lembrou de Peter Frampton. Concentração, Joyce....
Não tenho nenhum, absolutamente, nenhum conhecimento de teoria da administração e nunca me imaginei  "empreendedoramente executiva" e estou morrendo de medo dos momentos em que terei  que assumir milhões de medos e fraqueza (o que será inevitável) parar de atuar e começar a redigir os capítulos próximos dessa trajetória
Muita coisa mudou, a cabeça ferve, o tic-tac do relógio biológico já incomodou. Não tenho mais quinze anos pra sonhar co um destino distante, nem dezoito pra reclamar que não estudei incansavelmente pra entrar em outra faculdade.
Menos ainda vinte e um para me lamentar que ainda não larguei o banco.
Estou com vinte e quatro e cansei de ser vitima da situação  que eu mesma criei.
Por que não me orgulhar disso tudo, se é essa a caminhada que eu rilhei? Assumir que tive muita competência para isso.
Tinha uma ideia, mudei o plano. Do plano? mudei de ideia...
E como é bom ter maturidade de me permitir mudar.
Estou me sentindo muito mais completa,  parei de me sabotar, alias, sabotei minha sabotagem e quando dei por mim, estava assim e estava aqui, escrevendo durante minha primeira aula de planejamento estratégico.
Tem gente que planeja em cima de cálculos, eu planejo vomitando tudo o que eu sinto e o que penso no papel. Pra que mudar o que esta certo?
Misturando o coloquial e o formal e aproveitando o que eu tenho de melhor, o infinito e alem.
Feliz porque ha tempos não escrevia assim, palavras surgindo de uma forma linear..
Feliz, mesmo me sentindo na sala do aprendiz.
(fevereiro de 2011 - rascunhado na agenda)

sábado, 29 de setembro de 2012

Arquivo morto


Sábado de manha, as seis estou acordada, bela ideia: vou mexer em alguns CDs antigos, revelar mais fotos.
Computador no colo, Telecine Touch de trilha sonora, cá estou.
A cada espera da mídia ser reconhecida é proporcional ao tempo em que estas fotos foram gravadas. Ha cinco, seis e ate sete anos atrás.
Tanto Horto, Morrison, Lago, Aniversario, São Tome das Letras, Paulista, Centro...
Tantos lugares e tantas pessoas.
É bom olhar para trás e não sentir nada de ruim surgir dentro de você.
 Melhor ainda é perceber que o Sr. Tempo tem mesmo sua sabedoria, as pastas mais difíceis de abrir são aquelas que arquivam histórias teriam que ficar fechadas, quietas, as que passaram da validade.
Fotos que mostram sorrisos, e por isso encerrá-las me trouxeram muitas lágrimas
Amores que me fizeram muito bem mas com o que me fizeram mal, aprendi.
Saudades? Sim muitas, mas daqueles momentos, das pessoas e sorrisos do clique da foto.
Saudades da amiga que tive e a da amiga que fui.
Saudades dos amores que eu descobri que poderia sentir.
Nostalgia gostosa das sensações das primeiras vezes. De quando eu descobri que havia alguém muito vulnerável aqui dentro.
Lições, aprendizado, dever cumprido e encerrado.
Hoje eu sei que se não fosse por todos os momentos escritos pela luz capturada não saberia sofrer, perder e a hora de deixar ir.
Hoje eu sei que com muito peso na bagagem nos impede de ir além.
Os libertei e segui. E agradeço aos ensinamentos do tempo por isso.
O sol chegou, e ainda há dias de nuvens, mas ele sempre volta.
E quando demora, eu tento o rabiscar. 
Sempre.


“Eu rabisco o Sol que a chuva apagou.
Quero que saibas que me lembro, queria até que pudesses me ver.
És parte ainda do que me faz forte, pra ser honesto só um pouquinho infeliz.
Mas tudo bem...
E é de ti que não me esquecerei.”
Giz –legião Urbana

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Curriculum


Todo mundo sempre tem algo a dizer dos outros.
Alguns dizem que eu sou louca, chata, metida...
Prefiro acreditar naqueles que sou amiga, legal, animada, divertida..
Dizem que tenho cara de nova, dizem que sou mais velha que a minha idade.
Dizem que tenho múltiplas escolhas múltiplas atitudes.
Digo que não sei muito falar sobre mim.
Amei, já fui amada, amo e sou amada.
Não existo sem escrever, sem conversar.
Sem assistir um pôr do sol, ou um alvorecer.
Livros mudam meu rumo, Trilhas sonoras me colocam na minha “trilha”.
E assim vou indo...
Caminhando...cantando
Sorrindo...chorando...
Dedilhando... e rimando.
Vivendo e sonhando......
Eu, eu mesmo
e todas Joys, Djoos, Jôs e Joyces que cabem dentro de mim.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Batendo no peito....


Foda...


Tá, eu sei que ~isso não é jeito de se começar um post, mas é realmente assim que estou me sentindo...Foda

Semana foda,

fim de semana foda (vide blog Jho)

Cabelo foda...amigos fodas....

noites, dias, pensamentos e realidade FODA

Tanta coisa mudou, sem que eu notasse e em tão pouco tempo, que está até dificil acreditar que é verdade..

Estou num puta hotel em Osasco, fazendo um curso que eu não tinha dimensão da importancia e da concorrência, e o melhor...cara, eu to curtindo!!!

Bota a pimenta, taco sal e ando com arruda....não precisa ficar com inveja...risss

Tô muito feliz com o banco, com minha vida, com tudo....

Florido, é assim que estou vendo tudo...

Tô curtindo muito a mina que está no meu espelho...

Bjus

Saudades de todos!!!

sábado, 28 de agosto de 2010

RENT

  

Jhen…ótimo amigo…ótima dica.

Cada vez mais viciada em musicais, eis que me apresentam …Rent_4C

Frases e músicas como “no day but today” me remetem a uma versão contemporânea, bem mais apimentada e bem menos lúdica do famoso “Carpe Diem” do filme Sociedade dos poetas mortos.

Drogas, AIDS, Sexo (de todos os gêneros números e graus riss), Rock and Roll, e lições de vidas bem subentendidas compõe um filme “vivo” que esguicha energia e nos da vontade de sair cantando La vie Boheme a cada toque de celular ou “Light my candle” nos momentos de “fraqueza romântica”.

Por motivos óbvios eu prefiro a versão ao vivo da Broadway ( o ator que faz o Roger é anos-luz mais gato que o do filme).

 0

Brincadeiras a parte, são duas experiências diferentes…Enfim, vale muito a pena…

*Season of Love*

“Quinhentos e vinte e cinco mil e

Seiscentos minutos

Quinhentos e vinte e cinco mil

Momentos bons

Quinhentos e vinte e cinco mil e

Seiscentos minutos

Como você mede

Mede um ano?

Em dias - em pores-do-sol

Em noites - em copos de café

Em centímetros - em quilômetros

Em risos - em discussões

Em - quinhentos e vinte e cinco mil e

Seiscentos minutos

Como você mede

Um ano pra viver?

Que tal com amor?

Meça em amor

Tempos de amor

Quinhentos e vinte e cinco mil e

Seiscentos minutos

Quinhentos e vinte e cinco mil

Jornadas a planejar

Quinhentos e vinte e cinco mil e

Seiscentos minutos

Como você mede a vida

De uma mulher ou um homem?

Em lições que ela aprendeu

Ou nas vezes que ele chorou

Nas pontes que ele ergueu

Ou da maneira que ela morreu

Agora é hora - cante

Apesar da história nunca terminar

Vamos comemorar

Lembre-se de um ano

Na vida dos amigos

Lembre-se do amor

Meça em amor

Meça sua vida em amor

Tempos de amor

””

RentLaVieBoheme150h

sábado, 24 de julho de 2010

Red Hot tambem é cultura.....


"Nunca é cedo demais para se esgotar o assunto
Manter a calma demais, cedo demais
É demais para mim, demais para você
Você vai se soltar a tempo
Não tenha medo de mostrar a teus amigos
Que você dói por dentro, por dentro
A dor faz parte da vida não se esconda atrás do seu falso orgulho
É uma mentira, a tua mentira
Se você me ver ficando poderoso
Se você me ver ficando alto
Me derrube
Eu não sou maior que a vida
Estou cansado de ser intocável
Não estou acima do amor
Sou parte de você e você é parte de mim
Por que você foi embora?
Encontrar o que você procura
Pode acabar sendo uma tremenda chatice
Rezo por você quase todo dia
Meu amor está contigo, agora voe para longe."


Knock me down

domingo, 4 de julho de 2010


Bonita, amiga, simpática, inteligente, animada, disponível.
Não fiz nenhuma pesquisa para saber se todas, mas, quase todas as personagens de Maryl Streep tem uma pitada, senão, uma Mão inteira de super tudo.
Adoro os filmes da atriz, sei que não importa o que faça, vou gostar e me enxergar um pouquinho nessa personagem.
Pretensiosa, eu?
Sei lá, penso que não....Alias, afirmo que não.
Pretensão é coisa de atriz principal, da loira bonitinha.
Eu estou mais para coadjuvante, aquela que aparece o filme inteiro ajudando a mocinha a ter ser final feliz.
Aquela em que a cena final é sempre num cantinho, tomando um chá, sozinha, com um sorriso no canto dos lábios por ter cumprido sua missão. Completamente feliz pela felicidade alheia.
Tipo Mamma Mia, Diabo veste Prada, Simplesmente Complicado, acho que até em Leões e Cordeiros ela “finge” ser a atriz principal, maaaass sempre ela abdica para surgir uma super atriz.
Pena que eu não seja tão altruísta assim, sinto falta de ter meu próprio filme, meu final feliz, ser a mocinha ou quem sabe, a vilã em sua própria trajetória.
Hoje me sinto assim, coadjuvante.

sábado, 8 de maio de 2010

Todos os verbos...Zelia Duncam


"Errar é útil.
Sofrer é chato.
Chorar é triste.
Sorrir é rápido.
Não ver é fácil.
Trair é tátil.
Olhar é móvel.
Falar é mágico.
Calar é tático.
Desfazer é árduo.
Esperar é sábio.
Refazer é ótimo.
Amar é profundo
E nele sempre cabem de vez
Todos os verbos do mundo
Abraçar é quente.
Beijar é chama.
Pensar é ser humano.
Fantasiar também.
Nascer é dar partida.
Viver é ser alguém.
Saudade é despedida.
Morrer um dia vem.
Mas amar é profundo,
E nele sempre cabem de vez,
Todos os verbos do mundo."

sexta-feira, 16 de abril de 2010

le changements

Estava escrevendo que eu estou em fase de mudança...
O que já é um erro, eu vivo em mudança,
a INCONSTâNCIA é o que é constante em minha vida.
O pior ( ou O MELHOR) é que eu realmente gosto disso...
Me dá arrepios em me imaginar parada, reta, sem curvas ou desvios.
Permitir e Viver são dois verbos do meu momento
Estou me permitindo cada vez mais...e mais e mais.
Não que eu não sofra, chore, fique chateada ou MUDE novamente de idéia,
Mas essa a opção também é minha. Opto por elevar minhas energias sempre!
Nada vai tirar esse sorriso bobo do meu rosto..é o meu compromisso comigo..eu sou assim!
Podem achar que é egocentrismo, e talvez o seja mas atualmente o meu Carpe Diem está cada vez mais próximo...
Vivendo comigo, para mim e por mim.
Abril/2010

http://assimpensaviolet.blogspot.com/

sexta-feira, 26 de março de 2010

O inicio de uma coleção...

E tudo começou depois do fim ...
Estou com um só na minha bagagem,
Por enquanto.
Vivendo comigo,
Para mim,
E por mim.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Estamos com fome de amor...
(JORNAL O DIA! Arnaldo Jabor)

O que temos visto por ai ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e
transparentes.

Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais
siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao
supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???

Chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que
estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e,
sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos
"personal dancer", incrível.

E não é só sexo não!

Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas
apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho,
sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um
atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .

Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir
abraçadinhos,
sem se preocuparem com as posições cabalisticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como
voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão
distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de
relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de
comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até
a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão
de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e
inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que
não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando
em nome da tal "beleza"...

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a
cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso
e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso
ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de
cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado
como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...

Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer
ridículos, abobalhados...

Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é
curto, e cada instante que vai embora não volta mais...

Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais
volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou
mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?

Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele...
E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir
desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que
adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou
in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a
nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das
frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido
que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para
ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa,
mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.

Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e
uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular
fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me
arrepender pelo resto da vida"...

Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica
comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010



"De tantas mil maneiras que eu posso ser, estou certa que uma delas vai te agradar."

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Textos esquecidos e resgatados da minha agenda de 2009....
12 de Março

“Querer ou não querer.
Querer só por querer.
Não querer, querer.
Querer saber o porquê.”

23 de Fevereiro


No peito já não bate mais um coração. Que medo.
Palavras, realmente podem ter o “tal” poder que todos falam...
Tenho medo de dizer certos pensamentos em voz alta.
Às vezes as coisas andam tão feia que parar de respirar pode parecer a única chance de fazer algo heróico, memorável.
Adoraria que falassem de mim com um tom positivo na voz.
Pintar os cabelos, unhas negras, maquiagem pesada, nada disso é suficiente.
Dentro de mim vivem muitas....
Dentro de todas, o mesmo desejo.
Feliz...simples assim!!!Sonhos realizados,Brigas e desavenças resolvidas,Amigos de toda vida,Amigos assumindo importâncias nunca imaginadas...Fé em constante evolução...Enfim uma garota abençoada, de muiiiiiita sorte e com uma porrada de coisas ainda por fazer, afinal estou só começando!!Como diria meus "brothers" de Liverpool " Tudo o que a gente precisa é de amor" Seja ele por uma pessoa, coisas ou idealizações!!!bjus à todos!!!
"Embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."

terça-feira, 27 de outubro de 2009

In My Life
Em minha vida

There are places I remember all my life,
Há lugares dos quais vou me lembrar

Though some have changed,
por toda a minha vida, embora alguns tenham mudado

Some forever, not for better,
Alguns para sempre, e não para melhor

Some have gone and some remain.
Alguns se foram e outros permanecem

All these places had their moments
Todos esses lugares tiveram seus momentos

With lovers and friends I still can recall.
Com amores e amigos, dos quais ainda posso me lembrar

Some are dead and some are living.
Alguns estão mortos e outros estão vivendo

In my life I've loved them all.
Em minha vida, já amei todos eles

But of all these friends and lovers,
Mas de todos esses amigos e amores

There is no one compares with you,
Não há ninguém que se compare a você

And these memories lose their meaning
E essas memórias perdem o sentido

When I think of love as something new.
Quando eu penso em amor como uma coisa nova

Though I know I'll never lose affection
Embora eu saiba que eu nunca vou perder o afeto

For people and things that went before,
por pessoas e coisas que vieram antes,

I know I'll often stop and think about them,
Eu sei que com freqüência eu vou parar e pensar nelas

In my life I'll love you more.
Em minha vida, eu amo mais a você

Though I know I'll never lose affection
Embora eu saiba que eu nunca vou perder o afeto

For people and things that went before,
por pessoas e coisas que vieram antes,

I know I'll often stop and think about them,
Eu sei que com freqüência eu vou parar e pensar nelas

In my life I'll love you more.
Em minha vida, eu amo mais a você

In my life I'll love you more.
Em minha vida...
Eu amo mais a você

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Re-Transformando....

Desativando o blog "devaneios" eu acabei por ler e me reencontrar com fases, pensamentos, dores e alegrias que foram importantes e me ajudaram a me tornar o que sou hoje...





E o que sou?





Boa pergunta....





"De tantas mil maneiras que eu posso ser, estou certas que uma delas vai te agradar."


Ana Carolina




19/04/2008


Astrologica


Sem nada para fazer e uma súbita vontade de ficar navegando na internet de madrugada (Coincidência ou sincronicidade? Tema para um próximo post). Alem de Treinet, inscrição para curso, orkut, fotolog e afins não me lembro bem o porquê acabei por procurar meu ascendente, coisa que eu já me prometia há tempos. Sem muito acreditar fiz a pesquisa em um site, em dois e a resposta sempre a mesma - -Peixes- Mais que signo mais sem sal- me desculpem se algum nativo do final do mês de fevereiro começo de março ler esse texto- Mas para a minha surpresa eis ai uma boa parte de minha caricatura. Todos os textos sobre ascendente em peixes falam sobre a espiritualidade e a fé que move esse signo, não que eu seja uma madre, mas todos vocês que me conhecem por cinco minutos sabem de como minhas crenças são importantes para mim. E falam também da tolerância, do beneficio da duvida que sempre me acompanha e principalmente na minha passividade. Ainda estou pasma.... Por algum motivo não tão secreto venho dando um pouco mais de atenção ao o desenho do símbolo de gêmeos e também parei para entender o desenho do signo de peixes.. Duplicidade, de novo.... Desta vez cada um caminhando para um lado, controversos. Internet é realmente tudo na vida moderna, entre um ctrl + N e um digitar www. Consultei o Sr. Google e descobri que os caminhos inversos que se cruzam em Peixes é o consciente x inconsciente, abstrato x concreto, físico e o espiritual.... Eis aí a chave para a solução de um outro mistério da minha vida. Porque eu gosto tanto do símbolo do ÔM? Os três estados da consciência segundo a doutrina Hindu; vigília, sono e sonho, o silencio absoluto, a única forma do homem se comunicar com Deus. Logo,
Gêmeos + Peixes = ÔM
Ufa, não sei se deu para acompanhar essa lógica, mas para mim foi muito claro, nunca me senti tão entendida e nem me entendi como hoje, vamos ver até quando durar essas certezas. Droga! Olha essa inconstância geminiana que me assombra, ou será que agora está sendo a vulnerabilidade pisciana.... ???

21.05.08
Única sessão....

Divã
Odeio me sentir vulnerável, enfraquecida, de sentir desistir de mim mesmo.
Odeio quando eu sento para escrever um texto, e só vejo palavras soltas na tela do computador...
Odeio quando não me sinto capaz e, pior, quando me sinto capaz de fazer nada.
Odeio quando olho para a minha história e percebo que os capítulos estão estagnados ha tempos.
Odeio quando me fazem reconhecer (por mais que eu não o faça) lo que faço tanta questão de esconder.
Odeio quando eu tenho opções, dois caminhos, simplesmente pelo fato de que eu não saber decidir, não sei abrir mão do incerto e nem pagar para ver o que é o certo...
Pessimismo???
Desnuda de todos os milhares de artifícios que eu uso diariamente (que às vezes ate me convence) estou admitindo á vocês talvez alguns dos meus mais ocultos "porens". O poder do pensamento positivo que tanto prego, e desejo a todos é o meu Zahir...
Dizem que é na dor que produzimos melhor, talvez. Acredito tanto na força e no poder das palavras, que muitas vezes fico refém, me afasto, não escrevo, não fotografo, não produzo.
Vocês são grande um grande capitulo dessa minha história louca e me fazem crescer na minha essência eu é por este motivo que me achei na obrigação de dar um parecer aqui, neste espaço criado e incentivado por vocês, meus Queridos Amigos.
Joyce
"O que sinto, não ajo.
O que acho, não penso.
O que penso, não sinto.
Do que sei sou ignorante.
Do que sinto não ignoro.
Não me entendo e ajo comose me entendesse."
Clarisse Lispector


09.04.08
Uma história de Maria


O que é Maria? Se quando ama, Finje não querer amar Se quando sorri, Finje não querer sorrir Se quando quer, Finje não querer, Querer “o” querer. O querer que vem de você... Mas hoje não está por que? Por que o por que? Se Maria fingiu não querer te amar, Não querer sorrir.. Será que o fingimento de Maria era medo de amar ou de sofrer? Acho eu que era medo de viver...



20.09.08
289 bolinhas
289....289 numero de bolinhas negras que tem em cada quadrado daquele piso que tem na faculdade. Dezessete na horizontal e dezessete na vertical...
Estar formado, ter um diploma pode não ter feito muita diferença na sua vida mas NÃO o ter mudou totalmente o rumo da minha.
Ja dizia a sabedoria popular que a gente só da valor as coisas quando as perdemos, e como uma boa geminiana cabeça-dura eu tive que "pagar pra ver".
O silêncio dos corredores lotados de universitários afoitos, os olhares que em mim são desviados e fato de estar sozinha na multidão é simplesmente enlouquecedor. Me sinto como uma personagem dos romances lusitanos do inicio do seculo 19, aquela que é punida duramente pelos seus atos a ponto de ter, em uma sala com dezenas de pessoas, a companhia de bolinhas no chão.
Tinha que ter um motivo, uma razão, afinal "nada é por acaso"
Estou esperando até agora minha epifania, o momento de clareza, o estalo que indica o porquê de tudo isso.
Poderia poeticamente dizer que eu amadureci muito neste um ano, mas o correto a dizer é que envelheci demasiadamente com essa experiência (ainda não consigo avaliar o quanto disso é positivo).
Só o fato de ter pessoas para passarem o tempo com passatempo comigo é que me faz seguir em frente...
Estou com medo de não me formar,
Estou com medo de me formar de qualquer jeito,
Estou com medo de não me orgulhar do que eu tenho feito,
Estou com medo....
Mas ainda estou.

Joyce Araújo

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

E esse papo de ser ou não-ser


"Cada escolha carrega consigo uma responsabilidade. Se escolho ir a algum lugar, falar alguma coisa ou escrever, tenho que ter consciência de que qualquer conseqüência desses atos terá sido resultado de minha própria escolha. E cada escolha ao ser posta em ação provoca mudanças no mundo que não podem ser desfeitas. Não posso atribuir a responsabilidade por estes atos a nenhuma força externa, ao destino ou a Deus. Em cada momento, diante de cada escolha que faço, torno-me responsável não só por mim, mas por toda humanidade."

Sartre

Consequência de "estranha Primavera"
Livro classificado pra adolescentes, e que anda servindo direitinho para minha fase atual,
Pós-adolescencia...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Era uma vez...


É a história de três letrinhas que separadas não tem muito significado, juntas, diversos..
Um trecho de um livro...um autor...músicas...
Histórias e mais histórias de um grupo de garotas, desses que durante a vida participamos de vários.
Desses que criamos logotipos, frases de reconhecimentos.
E a gente sempre acha que é pra sempre, que não há amigas que são mais "melhores amigas" em todo o mundo.
É muito dificil crescer, é chato virar "gente grande". E doí.
A pior parte não ter que contas a pagar, não conseguir se divertir mais com apenas dez reais, nem trabalhar, cuidar de casa.. Etc.. etc
O pior é perceber o que se perdeu, o que a gente deixou no caminho.
É olhar para elas e ver que do presente elas passaram a ser uma boa lembrança.
É perceber que seus nomes não estão entre os mais mandados na lista de email.
É ser convidada para uma balada e nunca conseguir ir, porque já está em outros compromissos...
Sinto muita falta da época em que eu tinha um uniforme para vestir (mesmo que ninguem gostasse dele).
Sinto falta de ter um problema e não pensar duas vezes em ligar.
Sinto falta de ser "a" amiga.. de ser fundamental.
Nos momentos mais nostalgicos lembro de risadas em torno de uma praça, de telefonemas só pra comentar pela milésima vez o que conversaram o dia inteiro durante a aula
Lembro das boladas de educação física que sempre atrapalharam nossos "experimentos sobrenaturais".
Baladas, bolos, aniversários, presentes, brigadeiros
Thomés e Ericks
Lembro...lembro e lembro.
E por enquanto é só, lembrar

"é tudo tão real, mas nada normal"