terça-feira, 27 de outubro de 2009

In My Life
Em minha vida

There are places I remember all my life,
Há lugares dos quais vou me lembrar

Though some have changed,
por toda a minha vida, embora alguns tenham mudado

Some forever, not for better,
Alguns para sempre, e não para melhor

Some have gone and some remain.
Alguns se foram e outros permanecem

All these places had their moments
Todos esses lugares tiveram seus momentos

With lovers and friends I still can recall.
Com amores e amigos, dos quais ainda posso me lembrar

Some are dead and some are living.
Alguns estão mortos e outros estão vivendo

In my life I've loved them all.
Em minha vida, já amei todos eles

But of all these friends and lovers,
Mas de todos esses amigos e amores

There is no one compares with you,
Não há ninguém que se compare a você

And these memories lose their meaning
E essas memórias perdem o sentido

When I think of love as something new.
Quando eu penso em amor como uma coisa nova

Though I know I'll never lose affection
Embora eu saiba que eu nunca vou perder o afeto

For people and things that went before,
por pessoas e coisas que vieram antes,

I know I'll often stop and think about them,
Eu sei que com freqüência eu vou parar e pensar nelas

In my life I'll love you more.
Em minha vida, eu amo mais a você

Though I know I'll never lose affection
Embora eu saiba que eu nunca vou perder o afeto

For people and things that went before,
por pessoas e coisas que vieram antes,

I know I'll often stop and think about them,
Eu sei que com freqüência eu vou parar e pensar nelas

In my life I'll love you more.
Em minha vida, eu amo mais a você

In my life I'll love you more.
Em minha vida...
Eu amo mais a você

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Re-Transformando....

Desativando o blog "devaneios" eu acabei por ler e me reencontrar com fases, pensamentos, dores e alegrias que foram importantes e me ajudaram a me tornar o que sou hoje...





E o que sou?





Boa pergunta....





"De tantas mil maneiras que eu posso ser, estou certas que uma delas vai te agradar."


Ana Carolina




19/04/2008


Astrologica


Sem nada para fazer e uma súbita vontade de ficar navegando na internet de madrugada (Coincidência ou sincronicidade? Tema para um próximo post). Alem de Treinet, inscrição para curso, orkut, fotolog e afins não me lembro bem o porquê acabei por procurar meu ascendente, coisa que eu já me prometia há tempos. Sem muito acreditar fiz a pesquisa em um site, em dois e a resposta sempre a mesma - -Peixes- Mais que signo mais sem sal- me desculpem se algum nativo do final do mês de fevereiro começo de março ler esse texto- Mas para a minha surpresa eis ai uma boa parte de minha caricatura. Todos os textos sobre ascendente em peixes falam sobre a espiritualidade e a fé que move esse signo, não que eu seja uma madre, mas todos vocês que me conhecem por cinco minutos sabem de como minhas crenças são importantes para mim. E falam também da tolerância, do beneficio da duvida que sempre me acompanha e principalmente na minha passividade. Ainda estou pasma.... Por algum motivo não tão secreto venho dando um pouco mais de atenção ao o desenho do símbolo de gêmeos e também parei para entender o desenho do signo de peixes.. Duplicidade, de novo.... Desta vez cada um caminhando para um lado, controversos. Internet é realmente tudo na vida moderna, entre um ctrl + N e um digitar www. Consultei o Sr. Google e descobri que os caminhos inversos que se cruzam em Peixes é o consciente x inconsciente, abstrato x concreto, físico e o espiritual.... Eis aí a chave para a solução de um outro mistério da minha vida. Porque eu gosto tanto do símbolo do ÔM? Os três estados da consciência segundo a doutrina Hindu; vigília, sono e sonho, o silencio absoluto, a única forma do homem se comunicar com Deus. Logo,
Gêmeos + Peixes = ÔM
Ufa, não sei se deu para acompanhar essa lógica, mas para mim foi muito claro, nunca me senti tão entendida e nem me entendi como hoje, vamos ver até quando durar essas certezas. Droga! Olha essa inconstância geminiana que me assombra, ou será que agora está sendo a vulnerabilidade pisciana.... ???

21.05.08
Única sessão....

Divã
Odeio me sentir vulnerável, enfraquecida, de sentir desistir de mim mesmo.
Odeio quando eu sento para escrever um texto, e só vejo palavras soltas na tela do computador...
Odeio quando não me sinto capaz e, pior, quando me sinto capaz de fazer nada.
Odeio quando olho para a minha história e percebo que os capítulos estão estagnados ha tempos.
Odeio quando me fazem reconhecer (por mais que eu não o faça) lo que faço tanta questão de esconder.
Odeio quando eu tenho opções, dois caminhos, simplesmente pelo fato de que eu não saber decidir, não sei abrir mão do incerto e nem pagar para ver o que é o certo...
Pessimismo???
Desnuda de todos os milhares de artifícios que eu uso diariamente (que às vezes ate me convence) estou admitindo á vocês talvez alguns dos meus mais ocultos "porens". O poder do pensamento positivo que tanto prego, e desejo a todos é o meu Zahir...
Dizem que é na dor que produzimos melhor, talvez. Acredito tanto na força e no poder das palavras, que muitas vezes fico refém, me afasto, não escrevo, não fotografo, não produzo.
Vocês são grande um grande capitulo dessa minha história louca e me fazem crescer na minha essência eu é por este motivo que me achei na obrigação de dar um parecer aqui, neste espaço criado e incentivado por vocês, meus Queridos Amigos.
Joyce
"O que sinto, não ajo.
O que acho, não penso.
O que penso, não sinto.
Do que sei sou ignorante.
Do que sinto não ignoro.
Não me entendo e ajo comose me entendesse."
Clarisse Lispector


09.04.08
Uma história de Maria


O que é Maria? Se quando ama, Finje não querer amar Se quando sorri, Finje não querer sorrir Se quando quer, Finje não querer, Querer “o” querer. O querer que vem de você... Mas hoje não está por que? Por que o por que? Se Maria fingiu não querer te amar, Não querer sorrir.. Será que o fingimento de Maria era medo de amar ou de sofrer? Acho eu que era medo de viver...



20.09.08
289 bolinhas
289....289 numero de bolinhas negras que tem em cada quadrado daquele piso que tem na faculdade. Dezessete na horizontal e dezessete na vertical...
Estar formado, ter um diploma pode não ter feito muita diferença na sua vida mas NÃO o ter mudou totalmente o rumo da minha.
Ja dizia a sabedoria popular que a gente só da valor as coisas quando as perdemos, e como uma boa geminiana cabeça-dura eu tive que "pagar pra ver".
O silêncio dos corredores lotados de universitários afoitos, os olhares que em mim são desviados e fato de estar sozinha na multidão é simplesmente enlouquecedor. Me sinto como uma personagem dos romances lusitanos do inicio do seculo 19, aquela que é punida duramente pelos seus atos a ponto de ter, em uma sala com dezenas de pessoas, a companhia de bolinhas no chão.
Tinha que ter um motivo, uma razão, afinal "nada é por acaso"
Estou esperando até agora minha epifania, o momento de clareza, o estalo que indica o porquê de tudo isso.
Poderia poeticamente dizer que eu amadureci muito neste um ano, mas o correto a dizer é que envelheci demasiadamente com essa experiência (ainda não consigo avaliar o quanto disso é positivo).
Só o fato de ter pessoas para passarem o tempo com passatempo comigo é que me faz seguir em frente...
Estou com medo de não me formar,
Estou com medo de me formar de qualquer jeito,
Estou com medo de não me orgulhar do que eu tenho feito,
Estou com medo....
Mas ainda estou.

Joyce Araújo

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

E esse papo de ser ou não-ser


"Cada escolha carrega consigo uma responsabilidade. Se escolho ir a algum lugar, falar alguma coisa ou escrever, tenho que ter consciência de que qualquer conseqüência desses atos terá sido resultado de minha própria escolha. E cada escolha ao ser posta em ação provoca mudanças no mundo que não podem ser desfeitas. Não posso atribuir a responsabilidade por estes atos a nenhuma força externa, ao destino ou a Deus. Em cada momento, diante de cada escolha que faço, torno-me responsável não só por mim, mas por toda humanidade."

Sartre

Consequência de "estranha Primavera"
Livro classificado pra adolescentes, e que anda servindo direitinho para minha fase atual,
Pós-adolescencia...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Era uma vez...


É a história de três letrinhas que separadas não tem muito significado, juntas, diversos..
Um trecho de um livro...um autor...músicas...
Histórias e mais histórias de um grupo de garotas, desses que durante a vida participamos de vários.
Desses que criamos logotipos, frases de reconhecimentos.
E a gente sempre acha que é pra sempre, que não há amigas que são mais "melhores amigas" em todo o mundo.
É muito dificil crescer, é chato virar "gente grande". E doí.
A pior parte não ter que contas a pagar, não conseguir se divertir mais com apenas dez reais, nem trabalhar, cuidar de casa.. Etc.. etc
O pior é perceber o que se perdeu, o que a gente deixou no caminho.
É olhar para elas e ver que do presente elas passaram a ser uma boa lembrança.
É perceber que seus nomes não estão entre os mais mandados na lista de email.
É ser convidada para uma balada e nunca conseguir ir, porque já está em outros compromissos...
Sinto muita falta da época em que eu tinha um uniforme para vestir (mesmo que ninguem gostasse dele).
Sinto falta de ter um problema e não pensar duas vezes em ligar.
Sinto falta de ser "a" amiga.. de ser fundamental.
Nos momentos mais nostalgicos lembro de risadas em torno de uma praça, de telefonemas só pra comentar pela milésima vez o que conversaram o dia inteiro durante a aula
Lembro das boladas de educação física que sempre atrapalharam nossos "experimentos sobrenaturais".
Baladas, bolos, aniversários, presentes, brigadeiros
Thomés e Ericks
Lembro...lembro e lembro.
E por enquanto é só, lembrar

"é tudo tão real, mas nada normal"

sábado, 22 de agosto de 2009

Quase

"Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.

Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.

O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."

(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)

domingo, 9 de agosto de 2009

A viagem ....



Morte, eita palavrinha pesada...
Prefiro pensar nela como uma viagem com passagem não reembolsável, daquelas que não se tem o direito de pegar o trem mais cedo, nem mais tarde.

Assim como toda despedida quem fica começa a sentir o coração apertar de pensar na saudade que ficará no lugar do viajante, mesmo sabendo que partindo ele aproveitará novos momentos e emoções diferentes.

Alguém muito especial “viajou” há uma semana atrás.

Não sabemos os planos que nos são traçados por alguém lá de cima, e na nossa ignorância humana nós ousamos a nos indignar e praguejar contra o modo que ele foi levado de nós... o quanto ele sofreu.

Ele lutou, temos certeza disso e muitos lutaram com ele. Quem pode dizer que a batalha foi perdida?

Essa hora já estava marcada, é fato que ele iria nos deixar, prefiro pensar que a doença foi apenas uma forma que fazer a todos nós refletir, dizer e fazer coisas que estavam esquecidas e amarradas a um passado não tão distante assim.

Foi o tempo que ele teve para dar uma pausa em seu trabalho e desfrutar feliz e intensamente da sua mais bela conquista: sua família.

Uma irmã....um carinho....os filhos...a mãe...o amor de sua vida....

Sofisticado e simples.

Culto, buscava sempre desbravar novas culturas mas sem nunca se esquecer da dele.

Para mim um exemplo de caráter, inteligência... um exemplo de pessoa.

Fico muito feliz e lisonjeada que por uma obra do destino, no ultimo ano, me aproximei dele e desfrutei de conversas, e de sua atenção, preocupação esta que nunca vou me esquecer.

O sr. João lançou a semente e fincou nossa raiz...

Edvan durante todo o seu tempo, cuidou desta planta..

E nós, que só ficamos de colher este fruto, regar e cultivar para manter vivo estamos deixando apodrecer e cair, passando do tempo...

Mas graças a Deus ainda temos esse tempo. Já diria Jim Morrison

“A morte não separa, só o que separa é o desamor.”

Encerro este texto indagando a cada um que estiver lendo a pensar que cada momento é realmente único, ele em seus últimos momentos ainda nos ensinava;

Lutava para ver cada rosto, para mais um gesto de carinho, se esforçava para falar coisas que NÓS, tendo oportunidade em abundância de dizer nos negamos por tolices do cotidiano.


Valeu tio por mais esta lição......


Joyce Fonsêca de Araújo

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Voltando do Recreio



Definitivamente há uma razão para os coisas acontecerem...
Pode ser que esta justificativa esteja escrita num rascunho, jogado no quanto do seu quarto...
Aquela mensagem que a gente nem dá muita importancia e do nada aparece no meio de um livro, numa música....
Mais uma vez, cá estou, escrevendo sobre meus dilemas em primeira pessoa, só que desta vez alem de minha "cara lavada" tambem estou com a "alma" lavada e digo a vocês minhas amigas: Tudo, realmente valeu a pena.
Estou feliz.
Simplesmente isso.
Acabou o nosso "recreio", se é que vocês me entendem...

" A porta do nosso amor estava se abrindo
E os pés que irão por esse caminho
Vão terminar no altar, eu só queria me casar
Com alguém igual a você
E alguém igual não há de ter.
E então mudei de lugar, estive no lugar, na sala e te recebi.
Na cor do esmalte que eu escolhi para as unhas pintar,
E, ainda bem, assim como eu, você tambem percebeu
Que vão que fazia em nossas mãos era
É só porque você não está comigo.
E agora, Só é possível te amar...
Vem me ensinar ter você
Na minha boca agora mora o teu nome
É a vista que os meus olhos querem e vão ter
Sem precisar procurar,
Nem descansar e adormecer
No meu coração fiz um lar,
O meu coração é o teu lar.
Só é possível te amar
Ouve os sinos, amor
Só é possível te amar
Escorre aos litros, o amor."

No recreio
Nando Reis
Por Cassia Eller
Com uma "mechidinha" de
Joyce Araújo